Em uma matéria publicada pela Kotaku, é exposto claramente que existe uma cultura de sexismo e machismo dentro da Riot Games.

Na tarde desta terça-feira (07), a Riot Games empresa desenvolvedora do League Of Legends, se envolveu em uma nova polêmica.

Uma matéria publicada pela Kotaku com o nome de Inside The Culture Of Sexism At Riot Games expôs acusações de uma alarmante cultura de sexismo e machismo existente dentro da Riot Games, a desenvolvedora do League of Legends.

Em um artigo que levou mais de 6 meses para ser preparado, são reveladas várias situações detalhadas onde o assédio e o abuso sofrido pelas funcionárias era praticado na empresa.  O artigo ainda conta com testemunhas que relatam situações envolvendo a Riot. Foram mais de 28 fontes presentes no material, dentre elas antigos funcionários e rioters que ainda trabalham na empresa.

Uma ex funcionária da Riot Games publicou nas redes sociais,

“Eu trabalhei lá por 3 anos e ainda estou me recuperando, sinceramente. Um artigo muito importante feito pela @cecianasta que você deveria com certeza tirar um tempo pra ler”,

Confira a publicação original:

Após se deparar com a atual situação a Riot Games por meio da ESPN replicou tal situação.

“Este artigo acende a luz em áreas onde nós não estivemos vivendo os nossos próprios valores, o que nós não aceitamos na Riot. Nós já tomamos medidas contra vários dos acontecimentos relatados no artigo e estamos comprometidos em resolver cada um dos problemas.”

“Cada um dos Rioters devem ser responsáveis por criar um ambiente onde todos tem as mesmas oportunidades de serem ouvidos, crescer em seus cargos, avançar na organização e alcançar o seu verdadeiro potencial” –
Declarou a Empresa.

Aprofundando o artigo

Dentro do artigo existem diversos relatos sobre os diferentes tipos de assédio sofridos pelos funcionários da Riot.

A discriminação começava logo nas entrevistas de emprego, onde as mulheres eram duramente questionadas e ainda tinham que provar se eram realmente gamers.

Outro relato muito preocupante foi de uma das fontes que contou:

 um colega uma vez a informou que, aparentemente em forma de elogio, disse que ela estava em uma lista sendo passada pelos seniors detalhando com quem eles teriam relações sexuais”, escreveu D’Anastasio no artigo.

E o assédio não era praticado apenas com as mulheres.
Existem relatos relacionados aos homens que trabalhavam na empresa.
De acordo com os relatos um dos líderes masculinos da empresa regularmente apalpava suas partes íntimas sem a sua permissão, relatou a fonte.

“Se ele entrasse em uma reunião sem mulheres, ele simplesmente peidaria na cara de alguém”, contou.

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