Domingo, dia 25 de novembro, tivemos a decisão da ECS season 6. Os favoritos, os dinamarqueses da Astralis, estavam em busca de mais um título, mas os brasileiros da MIBR tentariam impedir.

Neste domingo (25) tivemos a final da ECS Season 6. Enquanto, de um lado tínhamos os melhores do mundo (Astralis), do outro lado tínhamos um desafiante em ascensão (MIBR).

A final teve inicio por volta das 19 horas (UTC -2, horário brasileiro de verão) com muita apreensão, acompanhada da expectativa, que ditava o ritmo da torcida.

Quem esperava um jogo fácil, para qualquer lado, foi surpreendido. Contudo, apesar do placar, a MIBR foi um adversário à altura na derrota para a Astralis.

Confira um resumo dos mapas disputados:

Mapa Inferno

O mapa foi escolha dos dinamarqueses, que tem um retrospecto alto de número de vitórias.

Eles começaram no lado Terrorista, portanto começariam atacando os bombsites.


O primeiro tempo começou com um Head Shot do “fer”, trazendo a vantagem para os brasileiros. Entretanto “gla1ve” e “device” devolveram a kill “com juros e correção monetária” e deram um Head Shot em “Fallen” e “Stewie2K”. A Astralis conseguiu penetrar as defesas da MIBR e “inaugurou” o placar da final.

Devido a vitória do round anterior, a “dinamáquina do CS” pôde comprar armas melhores. Enquanto isso, os brasileiros tinham em mãos 4 CZ-75 e 1 Desert Eagle.
Portanto, os dinamarqueses não tiveram dificuldades em vencer o segundo round.

O terceiro round trouxe a MIBR “de volta” para decisão. Enquanto parte dos jogadores dinamarqueses mantinham as armas do round anterior, os brasileiros e norte-americanos veio com um setup de uma UMP, 2 CZ-75, 1 Desert Eagle e uma P250.
Apesar de plantar a bomba, a equipe dinamarquesa não conseguiu conter a retomada da MIBR e perdeu o round.

O jogo estava parelho e apesar da vantagem, a Astralis não conseguia emplacar uma sequência de rounds. Mas, após perder o quinto round, eles venceram três rounds seguidos.

Mesmo conseguindo devolver as três derrotas consecutivas, a MIBR perdeu a primeira metade por 8-7.

Se no primeiro tempo as equipes não conseguiam abrir 4, ou mais, rounds em sequência, nos primeiros rounds da segunda metade foi um domínio dinamarquês.

Eles abriram 5-0, entretanto não poderiam relaxar. Logo após, os brasileiros voltaram a pontuar.
Portanto, o sonho de vencer o primeiro mapa se mantinha vivo.

A MIBR ensaiou uma reação chegando a encostar no placar, mas o 15-14 que seria 15-15 se transformou num 16-14.

A Astralis tinha um setup de 3 CZ-75, 1 UMP e 1 MAG-7. Enquanto isso, a MIBR vinha com um armamento mais forte e um setup de 3 AK-47, 1 Galil e 1 UMP.
Porém, as armas que surtiram mais efeito foram as CZ de “Magisk” e “device”. “Magisk” conseguiu 4 kills e a Astralis fechou o primeiro mapa.

Mapa Overpass

A decisão estava favorável à Astralis, portanto a MIBR não poderia perder esse mapa.

O começo do segundo mapa parecia repetição do primeiro, pois novamente a Astralis ganhava o round pistol.
Entretanto, dessa vez eles conseguiram emplacar 3-0.

No quarto round tivemos o primeiro armado do segundo mapa. Enquanto os brasileiros conseguiram encaixar os tiros, os dinamarqueses priorizaram o plant da C4.
Entretanto, a MIBR conseguiu “defusar” a bomba e ganhou o round.

O que se viu, depois do quarto round, foi um domínio brasileiro. Eles ganharam 6 rounds seguidos, chegando a colocar 7-3 no placar.

A Astralis conquistou mais 4 pontos, porém a primeira metade foi vencida pela MIBR.

A segunda metade começou igual aos outros pistol round, que resultou em vitória dinamarquesa.

Entretanto, após vencer dois rounds consecutivos, os dinamarqueses viram os brasileiros ganharem 6 rounds seguidos e o placar indo para 14-9.

Restavam apenas dois rounds para levarem a decisão para o mapa Mirage. Mas a indefinição tomou conta da partida.

A MIBR perdeu dois rounds seguidos, porém conseguiu fazer 15-11. Podendo perder mais três rounds, eles tinham uma certa tranquilidade.
Entretanto, “Xyp9x” e cia impediram a vitória brasileira após ganhar 4 rounds seguidos.

O overtime começou com vitória da “dinámquina do CS” e eles chegaram a ter o ponto do campeonato. Porém, em um round que a MIBR tinha armamento mais fraco que o da Astralis, os brasileiros venceram e forçaram o segundo OT.

No segundo OT também tivemos bastante emoção. Enquanto os dinamarqueses encaminhavam o título, os brasileiros/ estadunidenses não permitiam disso acontecer.

A jogada mais marcante ficou nas mãos de Tarik. O norte-americano venceu 1V4, fazendo um ACE , e adiou a comemoração danesa.

 

Todavia, eles não conseguiram barrar os dinamarqueses que finalizaram a partida em 22-20.

Portanto, a Astralis se sagrava mais uma vez campeã, sendo a décima primeira conquista ao longo do ano.

Quem poderá deter os dinamarqueses?

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