Death stranding, sem dúvida, foi um dos jogos que marcaram o ano de 2019, seja pela game play nada ortodoxa que gerou muito hate ou pelo seu roteiro hollywoodiano. Definitivamente ele atraiu muitos players, que encaram suas caminhadas exaustivas e desafiadores de mais de 30 horas, cansando até o gamer mais resiliente. No entanto, aparentemente, o player Allen Pan decidiu embarcar nessa aventura com a mente e o “corpo”, elevando a imersão do jogo a outro patamar.

 

Allan, buscando maneiras de se manter em forma, juntou o útil ao agradável. E o que isso quer dizer?  Usando de seu conhecimento em engenharia elétrica, ele transformou uma simples esteira de correr quebrada em um controlador, que serve para mover o grande entregador Sam e, utilizando o dual shock, ele controla a sua direção durante a jogatina.

A ideia surgiu quando Allen tentava se manter mais ativo. Após tentar por 3 semanas, percebeu que não conseguia manter uma rotina de corrida. Foi ai que ele encontrou essa velha esteira quebrada e, unindo seu amor pelos jogos com a necessidade de manter seus níveis de saúde equilibrados, surgiu esse incrível projeto de imersão.

Utilizando o codificador do rotor da esteira (que é responsável pela contagem de rotações) integrado a um chip Arduino, que monitorava sua velocidade de movimento e utilizando  potenciômetro digital com dois relés (interruptores, que medem a geração ou não) para movimentar o personagem. Eles mandavam o comando para que Sam Porter prosseguisse no ambiente virtual quando a esteira chega-se em uma velocidade específica, o mesmo funciona para fazer o personagem correr. Além de utilizar da força de suas pernas, pelo fato do motor da esteira estar quebrado (como citado anteriormente), fazendo Allen sofrer todo o percurso juntinho de nosso valente entregador Porter.


E aí? Gostaria de uma gambiara destas para treinar em sua casa?

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