Conversamos com o time da Kabum, onde o toplaner Zantins nos contou sobre a preparação e perspectivas da equipe para o Mundial.

O Mundial de League of Legends está chegando, e a Kabum é a nossa representante nesse ano de 2018.

Campeã brasileira no 1° e 2° split e também campeã do Rift Rivals em 2018, os Ninjas estão tendo um ano até então memorável.  Em sua terceira competição internacional na temporada os até então “meninos” amadureceram em muito sua forma de encarar o League of Legends.

Tive a oportunidade de conversar com o toplaner da Kabum Lucas “Zantins” Zanqueta, que direto da Coreia nos falou um pouco sobre a preparação do time para esse Worlds e como a sua equipe pode trazer maturidade ao cenário nacional.

Foto Reprodução – Riot Games Brasil

Uailistar – Vocês se sentem mais preparados para esse Mundial do que estavam para a primeira experiência internacional que tiveram (no MSI)? Caso sim, porque?

Zantins – “Com certeza! O nosso preparo pro Worlds está sendo muito mais intenso do que foi para o MSI. O principal fator é que, no MSI, chegamos na Alemanha a apenas 2 dias do campeonato. Agora, para o Worlds, viemos com bastante antecedência à Coreia para podermos nos adaptar e estarmos mais preparados.”

Uailistar – Quais os times/jogadores que vocês mais têm desejo de enfrentar?

Zantins – “Com certeza os coreanos, já que a Coreia do Sul é a potência do League of Legends. Então, chegar a enfrentá-los em um campeonato significa que estamos fazendo um bom trabalho.”

De que forma a Kabum pode contribuir para o cenário Nacional após esse Mundial? Como o conhecimento/experiência absorvido pode ser convertido em evolução para o nosso cenário?

Zantins – “Essa é uma pergunta bem difícil porque os times brasileiros que jogam fora têm dito que, ao retornarem ao Brasil, em vez do nível se elevar para equiparar com eles ocorria o contrário, levando essas equipes a “regredirem” para se igualarem ao nível do país novamente depois de um tempo. Mas esse ano é o primeiro que essa oportunidade vem até a mim e meu time. Portanto, quem sabe a gente não consiga manter esse nível e conseguir contribuir para o crescimento do nível do Brasil?!”

Uailistar – Sabendo do nível mecânico dos toplaners estrangeiros, você acha que vale mais a pena tentar colocar recursos e esforço na sua rota ou jogar fora da lane, mais para o time? (conforme vimos na final contra o Flamengo, os picks de maior destaque na toplane foram os que conseguiam encaixar boas lutas solo).

Zantins – “É tudo uma questão de adaptação. Na série contra o Flamengo eles deixaram Urgot 2x para o nosso time, o que pra mim é um erro, já que é o campeão mais completo da rota superior. E, aqui na Coreia, é pick ou ban. Ocorrerão momentos em que é melhor pegar um carregador, em outras será melhor pegar um tank e investir recursos nas outras rotas. Temos que nos adaptar a todas formas de jogar, até para não nos tornarmos um time previsível.”

Vamos mandar todas as nossas forças pra Kabum no Worlds!
#euacredito #gokabum #cblol

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