No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Conheça algumas mulheres destaque nos esports.

As mulheres vem conquistando cada vez mais espaço nos esports. Como o dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher, nada mais justo que homenageá-las.

A data tem origem de diversos momentos e movimentos femininos que lutavam por uma vida melhor. À época, as mulheres não tinham direitos que hoje são considerados básicos para qualquer cidadão.

Não existia uma data unificada e cada país “celebrava” em um dia entre fevereiro e março. A primeira ocorreu no dia 25 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, portanto, foi o “ponta pé inicial” para encorajar protestos e marchas ao redor do globo.

Em 1975, a ONU (Organização da Nações Unidas) designou o ano como o Ano Internacional da Mulher. Contudo, o dia 8 de março foi escolhido como a data oficial do Dia Internacional da Mulher para celebrar todas as conquistas nos âmbitos sociais, políticos e econômicos.

O ingresso das mulheres na ciência e tecnologia sempre foi um processo lento e gradativo. Videogames eram considerados brinquedo destinados para os homens (e infelizmente há quem diga isso até hoje). Mas elas continuaram quebrando paradigmas e hoje temos o princípio de ingresso das mulheres também nos eSports.

Elas estão em todas as partes, seja como: narradora, comentarista, repórter, pro player, dentre outras funções. Conheça a seguir algumas mulheres que se destacam em sua área de atuação.

 TiMe DaS LiNdAs- Agora Pain Gaming

Começaremos falando de não apenas uma, mas cinco mulheres. As integrantes da Pain Gaming fazem parte do que é considerada a melhor line up brasileira feminina de todos os tempos no CS:GO.

Elas não perderam nenhuma competição feminina oficial disputada em solo tupiniquim. Assim como nos anos anteriores, em 2019 elas nos representarão na WESG (o equivalente à uma copa do mundo dos esports) e nos representaram na IEM Challenge.

A equipe é composta por: Camila “cAmyy” NataleGabriela “GaBi” MaldonadoJuliana “showliana” MaransaldiBruna “bizinha ” Marvila e Pamella “pan”  Shibuya.

Pain Gaming CS:GO feminino mulheres/ Foto Reprodução: Pain Gaming
Pain Gaming CS:GO feminino/ Foto Reprodução: Pain Gaming

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Thaiga e Ryuuka- Streamers de sucesso

Outro caso de sucesso nos esports, e games em geral, é o das atuais streamers da Pain Gaming.

Mônica “Ryuuka” Arruda foi contratada em 2017 para ser streamer da equipe e desde então “defende” as cores da Pain. No primeiro split do CBLOL de 2018, ela fez parte do time como reservar do Loop, mas não chegou a jogar.

O sucesso de Bianca “Thaiga” Lula é mais recente, mas ela já “chegou chegando”. Antes de ser contratada pela Pain, ela crescia bastante no cenário e foi convidada para analisar as partidas da Superliga ABCDE.

Elas costumam atingir números significativos em suas transmissões.

 

Thaiga e Riyuuka mulheres / Foto Reprodução
Thaiga e Riyuuka/ Foto Reprodução

 

Canais Facebook Gaming:

Riyuuka

Thaiga

RehPlays, Babi e Poulie- Narradoras incríveis

Renata RehPlays é uma caster de CS:GO e suas análises são bastante precisas. Ela conta com o apoio da mãe (algo meio incomum no eSport) para crescer ainda mais. Sua parceira é a Bárbara Babi. Ela narra de forma única, com brincadeiras originais como “trocar” a palavra molotov por mongolov, dentre outras.

O sucesso da dupla rendeu narrações e comentários pelo canal Além do Cume (Beyond the Sumit).

RehPlays e Babi mulheres/ Foto Reprodução
RehPlays e Babi/ Foto Reprodução

Paula Poulie é uma das pioneiras da narração feminina. Ela era pro player de PUBG, mas agora narra vários eSports diferentes. Narrando desde CS:GO até PUBG, ela vem a cada dia conquistando mais fãs ao redor do Brasil.

Paula Poulie mulheres/ Foto Reprodução
Paula Poulie/ Foto Reprodução

Facebook

 Camilota, Tawna e Sjkoz- Repórteres de Peso no LOL

A brasileira Tawna era streamer de League of Legends antes de ingressar como repórter do League News (programa da produtora do competitivo de LOL no Brasil) e repórter do CBLOL.

Ela sempre batalhou pelo espaço feminino no meio e foi recompensada com seu belo trabalho.

Tawna mulheres/ Foto Reprodução
Tawna/ Foto Reprodução

A também brasileira Camilota XP ganhou o público com seu carisma. Ela, que é atriz, atualmente trabalha como apresentadora e repórter do Circuito Desafiante e vários outros campeonatos organizados pela ESL Brasil.
O sucesso lhe rendeu uma indicação como Personalidade do Ano no Prêmio eSports Brasil.

mulheres Camilota XP/ Foto Reprodução
Camilota XP/ Foto Reprodução

A belga Sjokz (transcrição fonética da palavra shocks em flamengo, língua nativa da Bélgica) começou como pro player de Unreal Tournament 99. Ela é uma verdadeira Faz Tudo (e MUITO bem, por sinal) pois além de pro player, ela já foi concorrente num concurso de beleza e atualmente é repórter pela LEC( Liga Europeia de LOL).

Antes de ingressar na Riot Games, ela fazia freelances para a SK Gaming e para a ESFi World.

mulheres Sjokz/ Foto Reprodução
Sjokz/ Foto Reprodução

 

Já estabelecida como grande nome do cenário nacional de eSports, Nivy Estephan é uma das representantes femininas pioneiras no Brasil. Tendo crescido ao lado de outros com a luta do eSport por reconhecimento, Nivy agora é estrela do eSporTV. Ela conta com uma coluna exclusiva no canal e faz acontecer desde seu ingresso no mundo dos games, além de ser, claro, inspiração para muita gente!

Nivy merece todo o prestígio agregado a ela. Estando agora em um dos braços da Rede Globo, ela é uma das pioneiras no eSport brasileiro!
Foto, reprodução Twitter @NivyEstephan

 

Mulheres dentro dos jogos

As mulheres também têm sua representatividade dentro dos jogos, sendo representadas diversas vezes de forma não condizente com a realidade.

Uma das pioneiras da quebra de estigma da representação feminina como “sexo frágil” foi Samus Aran.
Em Metroid, Samus é uma antiga soldado da Galatic Federation que acabou virando uma caçadora de recompensas. Ela porta uma armadura que dispara lasers e a usa para impedir Ridley e os piratas espaciais.

Sua primeira aparição foi cercada de surpresas pois ela vestia uma armadura toda fechada e não se revelava até o jogador conseguir “zerar” o jogo.

Em 2011, seus criadores disseram (em entrevista para revista japonesa Nintendo Dream) que o nome de Samus Aran foi inspirado no rei do futebol Edison Arantes do Nascimento, vulgo Pelé. Segundo eles, a fonética (em japonês) do nome de Pelé fica Samus Arantes.

samus aran mulheres
Samus Aran/ Foto Reprodução

A arqueologista Lara Croft, infelizmente, não fugiu da sexualização do seu corpo, mas fugiu dos padrões ao estrelar os jogos da série Tomb Raider.

A protogonista enfrenta vários desafios, puzzles e inimigos para combater. A proposta central do jogo é a busca por artefatos antigos que são extremamente poderosos.

Recentemente, a série sofreu um reebot e a Lara também recebeu um novo visual. Ficando com um corpo mais similar de uma mulher real.

Lara Croft mulheres/ Foto Reprodução
Lara Croft/ Foto Reprodução

Como é impossível falar de todas as mulheres e representações femininas, fica aqui nossa homenagem para todas as guerreiras.

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