As estrelas individuais do FLA brilharam mais uma vez e a equipe finaliza o terceiro dia com mais um vitória!

Texto por Marçal “The MD” Dequêch

Mesmo com a pressão tática e de composição da equipe da Uppercut, o FLA superou o até então invicto adversário. Com uma botlane apertada, Luci e BrTT seguraram o jogo “na raça” por enfrentarem dificuldades para farmar e engariar recursos no começo da partida.

Apesar das investidas técnicas e lutar concisas da UP, a experiência e visão de jogo do Flamego eSports foi decisiva para o desfecho do jogo. BrTT já é amplamente conhecido por sua habilidade de farmar sem muitos problemas. Essa constatação só ficou ainda mais evidente nas 5 ou 6 primeiras ondas de minions, que deixaram o adcarry atrasado em relação ao português Alternative. Com isso, A escolha de Kai’sa, ajudou  “pai” a manter a diferença de ouro pequena por ser um pick de confiança, mesmo não parecendo ser a melhor opção para a composição. Uma boa opção seria algo que explorasse o bom posicionamento de TT. A capacidade de dano em área, como a de um Twitch, também seria de grande valia.

A apresentação do midlaner Goku surpreendeu inclusive os casters, que comentaram sobre o first blood em cima do Corki de Anyy, que apostou na Cleptomancia para aumentar a arrecadação de ouro. Shrimp mostrou novamente o motivo de continuar como jungler titular do FLA: um roubo completamente inesperado do Barão mudou a partida para a até então fraquíssima equipe rubro-negra.

Não existe jogo perdido.

Foram dois os pontos principais que salvaram a equipe rubro-negra. O primeiro, já citado acima, foi o roubo do Barão pelo caçador Shrimp. O jungler possibilitou a reentrada do time na partida. O segundo foi a luta final, na entrada parte superior da selva da UP, iniciada pelo suporte Luci. Ambas foram originadas por boa percepção e brilho individual dos jogadores do Flamengo eSports. Portanto, mesmo com superioridade de dano, a Uppercut foi suprimida pela capacidade de execução da comp e noção de jogo superiores.

Acompanhe os dois momentos, que culminaram na vitória do FLA em cima da Uppercut.

O roubo do Barão:

A luta final:

Caso haja dúvidas sobre se algum membro do time tenha jogado mal, a resposta automática seria não. A única estrela que não brilhou tão forte, muito por conta da foco do time, foi a do toplaner Robo. Com sua poppy, ele cumpriu seu papel estando presente nas lutas e em alguns pickoffs durante a partida.

O FLA ainda promete muitos jogos bonitos para esta temporada. O time tem apresentado, além de um jogo forte, capacidade adaptativa para jogar perdendo e reverter a situação. A “carta na manga” da equipe pode ser o foco na toplane. Robô não tem apresentado muito da grande championpool, que conta com carregadores e splitpushers fortes. Veremos como o “Mengão” continua nessa jornada do primeiro split de 2019.

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