Nem o bom draft nem as qualidades individuais da Vivo Keyd impediram a derrota de macroplay para a equipe da Uppercut.

Texto por Marçal “The MD” Dequêch

Não há –ainda– muito que falar sobre o novo time da Vivo Keyd. Com mudanças no elenco, o antigo “Exodia” não permaneceu para essa temporada e contou apenas com Tockers (MID) e Yang (TOP) como titulares. O earlygame do time foi aproveitável, com as características individuais florescendo e fazendo a diferença. Foi durante o midgame que a equipe pareceu perdida e sem foco nos objetivos.

Talvez a falta de entrosamento e de experiência em grupo tenham influenciado nas tomadas de decisão e team fights da Vivo Keyd. Os belos ganks do caçador Laba (Taiwan) proporcionaram um bom espetáculo para o público em contraste com as também boas plays do time da Uppercut. Já no meio da partida o mesmo problema da Kabum foi visível, com aparente falta de voz ativa de um shotcaller no time ou confusão na hora de seguir as diretrizes do técnico.

draft da fase de seleções e banimentos foi bem pensado, focado na qualidade individual e na champion pool (leque de campeões) da equipe. A execução in-game, no entanto, deixou a desejar, tendo alguns highlights (novamente) individuais, mas sem um consenso de focos nos objetivos do jogo. Mesmo com grande vantagem de ouro e abates, o time deixou de lado objetivos secundários como os dragões elementais e boa utilização do Arauto do Vale, que resultaram na virada da Uppercut.

A Vivo Keyd promete, mas precisa passar por um bom trabalho de mindset após esse primeiro dia de jogos, analisando os erros e trabalhando a transição da fase de rotas para a conclusão e aplicação das vantagens obtidas.

Veja a primeira partida do ano da Vivo Keyd de 2019.

Como você prefere a composição da Vivo Keyd? Gostaria de ter o Exodia de volta? Escreva nos comentários e compartilhe com seus amigos!

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