Algumas mudanças já são visíveis no time da Vivo Keyd. Mas será o necessário para começar a vencer?

Texto por Marçal “The MD” Dequêch

Agora com Jockster no lugar de Professor como suporte, a Vivo Keyd manteve o forte earlygame que apresentou no primeiro jogo. A transição, porém, de early para midgame foi melhor do que a anterior já que trabalharam de forma mais cautelosa e pontual. No entanto, aos 19 minutos de jogo uma luta forçada na selva inferior da equipe da CNB entregou uma boa vantagem que possibilitou a entrada da equipe adversária no jogo.

As apresentações de Tockers e Laba continuam elogiáveis (com algumas ressalvas em relação ao caçador) tanto individual quanto coletivamente. Yang apresentou, neste confronto com a CNB, uma grande evolução na fase de rotas com seu ótimo Aatrox e bons flancos nas teamfights. A execução da proposta da batlane da Keyd de Klaus e Jockster foi dentro do esperado, já que a dupla jogou com o casal Xayah e Rakan, que possuem fortes lutas e grande capacidade de controle de grupo.

A vitória, entretanto, não veio já que a equipe adversária soube explorar bem o ainda um pouco deficiente midgame da Vivo Keyd, que teve que se esforçar muito para estender a partida. Gragas ao esforço de PBO, a volta forte do bot da Vivo Keyd não foi o suficiente para segurar a luta por tempo o suficiente para que os carries adversários pudessem ser eliminados. Com certeza não foi o suficiente para conquistar os pontos no campeonato mas houve uma melhora considerável em relação ao dia anterior.

Talvez a resposta para a retomada do “embalo” que a Keyd sempre teve esteja perto de ser encontrada, mas, até lá, o perigo das derrotas em série assombrarão o time.

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